
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu na quinta-feira (5), em Brasília, com as principais lideranças do PT da Bahia: o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e os senadores Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT). O encontro ocorreu em meio às articulações para a formação do novo ministério e marcou a primeira reunião de Lula com a cúpula petista baiana desde as eleições.
Embora a composição da Esplanada dos Ministérios esteja entre os assuntos que movimentam os bastidores, Jerônimo afirmou que a conversa foi voltada principalmente à apresentação de projetos e ao alinhamento de iniciativas de interesse da Bahia.
"Eu vim aqui entregar esses dois senadores que a Bahia elegeu e agora, ao lado de Otto Alencar, a Bahia tem três bons senadores. Tratamos de projetos, dialogamos com ele. A Bahia vai continuar unida", declarou Jerônimo.
Rui Costa também publicou uma mensagem nas redes sociais sobre a reunião e demonstrou expectativa de continuidade das ações conjuntas entre os governos federal e estadual.
"Firme e forte ao lado de Lulinha, aquecendo os tambores para iniciar o ano acelerando o crescimento da Bahia, do Nordeste, cuidando do nosso Brasil", escreveu.
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Já Wagner aproveitou a ocasião para destacar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública pelo Senado. O senador afirmou que a medida abre caminho para a criação de um Ministério da Segurança Pública, separado do Ministério da Justiça, proposta defendida por Lula.
"E ontem comemoramos no Senado a aprovação da PEC, da emenda constitucional que cria a nova lei de segurança pública do Brasil, que vai viabilizar outro sonho do presidente Lula, que é a criação do Ministério da Segurança, separado do Ministério da Justiça. Então ele está arrancando bem e a Bahia colada com ele", afirmou Wagner.
A reunião também ocorre em um momento de expectativa sobre a participação de quadros baianos na composição do novo governo federal. Rui Costa, que já comandou a Casa Civil, é um dos nomes com experiência na Esplanada, enquanto Jaques Wagner mantém influência nas articulações do presidente.
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