
O PSD de Gilberto Kassab (PSD) pode sair fortalecido na montagem do próximo governo de Lula. Segundo informações publicadas pela revista Veja, a postura mais independente da legenda no segundo turno, sem alinhamento tão próximo à candidatura de Flávio Bolsonaro, pode render ao partido uma participação mais generosa na Esplanada dos Ministérios.
A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Daniela Teixeira, articula seu nome para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações de bastidores, ela já teria procurado interlocutores para comunicar sua disposição de disputar a indicação do presidente Lula.
Lideranças do PSD na Bahia já fazem cálculos para a disputa ao Senado em 2030, quando Otto Alencar (PSD) não deverá buscar a reeleição. O partido pretende manter o espaço na chapa majoritária, mas os planos do PT de lançar Jerônimo Rodrigues (PT) ao Senado e Adolpho Loyola ao governo podem reduzir as possibilidades da legenda.
O governo Lula anulou R$ 226,51 milhões em dotações previstas para o Ministério da Defesa e as Forças Armadas, dentro de um remanejamento orçamentário de R$ 5,16 bilhões. A maior parte dos novos recursos foi direcionada a benefícios assistenciais e à área da saúde, incluindo R$ 4,72 bilhões para o BPC e a Renda Mensal Vitalícia.
O deputado André Janones (Avante-MG) defende que Lula utilize a força de suas redes sociais para impulsionar aliados e ampliar a presença da esquerda no ambiente digital. A proposta inclui vídeos, transmissões ao vivo e publicações conjuntas, em uma estratégia inspirada no modelo de mobilização adotado por Jair Bolsonaro desde 2017.
Após a vitória eleitoral em Minas Gerais, Lula avalia ampliar a presença do estado no primeiro escalão do próximo governo. Entre os nomes cotados está o senador Alexandre Silveira (PSD-MG), que pode permanecer na Esplanada, enquanto o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) também aparece nas articulações por um espaço ministerial.
O prefeito de Ilhéus, Valderico Júnior (União Brasil), promoveu mudanças na administração municipal após o rompimento político com o grupo do ex-prefeito Jabes Ribeiro (PP). A movimentação incluiu exonerações de indicados do Progressistas, que havia anunciado a saída de seus aliados dos cargos ocupados na prefeitura.
Progressistas, Agir, Mobiliza, Solidariedade e PRD ainda não haviam divulgado manifestação oficial sobre a reeleição de Lula até quinta-feira (29). Já o Novo, presidido por Eduardo Ribeiro, publicou nota questionando o resultado, enquanto diversas outras legendas reconheceram a vitória do petista.
Depois da campanha presidencial, Lula decidiu permanecer na Granja do Torto, em Brasília, ao lado da primeira-dama Janja durante o feriado prolongado. A previsão, segundo informações do Metrópoles, é que o presidente retome a agenda de trabalho na terça-feira.
Em depoimento à Polícia Federal, o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou estar disposto a revelar informações sobre o caso envolvendo o Banco Master, mas negou ter cometido fraude no BRB. A investigação aponta suspeitas de crimes financeiros e lavagem de dinheiro, enquanto a PF atribui a ele papel de liderança em uma suposta organização criminosa.
Na Bahia, dirigentes do PSD avaliam que o partido reúne força política suficiente para reivindicar a cabeça de chapa ou uma candidatura ao Senado em 2030. A presidente da Assembleia Legislativa, Ivana Bastos, e o deputado federal Antonio Brito são citados entre os quadros que poderiam representar a legenda na disputa.
O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), voltou a ser citado como possível nome para o Ministério da Fazenda no próximo governo Lula. Embora tenha negado conversas com o presidente sobre o assunto, suas entrevistas recentes sobre economia alimentam especulações em Brasília e, segundo relatos de bastidores, podem causar desconforto entre aliados que defendem sua indicação. E Lula não gosta de nomear 'suposições'. Quanto menos se expor, melhor.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, oficializou o retorno de Adolpho Loyola à Secretaria de Relações Institucionais e de Fabya Reis à Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social. Os dois haviam deixado os cargos em agosto para participar da campanha eleitoral e reassumiram as funções após a reeleição do governador.
O marqueteiro baiano João Santana recusou um convite para comandar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo informações publicadas pelo blog de Lauro Jardim, em O Globo. Santana decidiu trabalhar nas campanhas de ACM Neto ao governo da Bahia e de Ciro Gomes ao governo do Ceará, enquanto a avaliação de que sua recusa teria motivação ideológica partiu de aliados do senador, não do próprio publicitário.
Uma ala mais pragmática do PL abriu diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para evitar que a legenda fique isolada na próxima composição da Mesa Diretora e na distribuição das comissões. A movimentação indica que parte do partido prefere negociar espaços e preservar influência no Legislativo, mesmo diante das tensões políticas após a derrota presidencial.
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