segunda-feira 24 de junho de 2024
Jair Bolsonaro (PSL), candidato à Presidência Foto: Raysa Leite/AFP
Home / DESTAQUE / PF mira advogado de Adélio e conclui caso da facada em Bolsonaro
terça-feira 11 de junho de 2024 às 09:50h

PF mira advogado de Adélio e conclui caso da facada em Bolsonaro

DESTAQUE, NOTÍCIAS


A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais deflagrou, nesta terça-feira (11), a Operação Cafua com o objetivo de apurar os crimes de lavagem de dinheiro e de organização criminosa praticados por um grupo criminoso no estado.

Na ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara de Tóxicos, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Comarca de Belo Horizonte, nos municípios mineiros de Pará de Minas, Lagoa Santa e São José da Lapa.

Um dos alvos é o advogado Fernando Costa Oliveira Magalhães, defensor de Adélio Bispo, autor da facada em Jair Bolsonaro. A investigação aponta ligações do defensor com o crime organizado e descarta, de uma vez por todas, a existência de um mandante do atentado contra o ex-presidente. “Adélio agiu sozinho”, diz uma fonte da PF.

“Após retomada de investigações para identificar possíveis envolvidos no atentado contra o então candidato à Presidência da República Jair Messias Bolsonaro em 2018, a Polícia Federal concluiu que houve apenas um responsável pelo ataque, já condenado e preso. Durante as diligências, foram cumpridos mandados de busca e apreensão para nova análise de equipamentos eletrônicos e documentos”, diz a PF.

Foto: Reprodução

“Outros possíveis delitos foram descobertos, relacionados a um dos advogados de defesa do envolvido no ataque, mas sem qualquer ligação com os fatos investigados. Por conseguinte, o relatório final foi apresentado, atendendo a novas solicitações do Ministério Público Federal, e agora aguarda a manifestação do Juízo. A Polícia Federal manifestou-se pelo arquivamento do Inquérito Policial”, segue a PF.

Também foram cumpridos mandados judiciais que determinavam a lacração e a suspensão das atividades de 24 estabelecimentos comerciais e a indisponibilidade de bens de 31 pessoas físicas e jurídicas no montante de 260 milhões de reais.

O esquema criminoso refere-se à lavagem de dinheiro decorrente de crimes, especialmente o tráfico de drogas praticados pela organização criminosa em Minas Gerais.

A ação é um desdobramento da Operação Caixa Forte, deflagrada em 2019, que objetivou investigar o tráfico de drogas realizado pelo grupo criminoso na região metropolitana de Belo Horizonte.

Veja também

Pesquisadores ouvem comunidades sobre avanço da água salgada no São Francisco

Agentes da Embrapa promoveram, na última quarta-feira (19), em Brejo Grande, Sergipe, uma reunião para …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error: Content is protected !!