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segunda-feira 1 de janeiro de 2024 às 08:32h

Busca por minerais do futuro pode colocar a Bahia em mercado de R$ 1,2 trilhão

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No que diz respeito à produção dos materiais que poderão tornar a vida no planeta sustentável e evitar uma catástrofe climática, representa conforme reportagem do jornal Correio da Bahia, um mercado potencial de R$ 1,2 trilhão, aproximadamente 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, de acordo com estimativas da Agência Internacional de Energia. O Fórum Econômico Mundial estima sum aumento anual de US$ 5 bilhões a US$ 25 bilhões nas receitas minerais de países ricos nos recursos necessários.

Minerais como ferro, cromo, sílica, vanádio, níquel, cobre, manganês, urânio, grafita, fosfato, potássio, entre tantos outros, que já são relevantes para dar sustentação da vida moderna, nas mais diversas aplicações, integrarão os equipamentos que permitirão prevenir o aquecimento global. Alguns desses minerais são, inclusive, considerados como minerais do futuro, devido a sua relevância na indústria de energia renovável e na fabricação de veículos elétricos, que dependem muito de metais como cobre, níquel, cobalto, manganês e lítio.

O cobalto, juntamente com o nióbio, tântalo, as terras raras, walfânio, Lítio, e mais alguns, são materiais considerados críticos, dada a sua importância para o futuro e por serem escassos.

Apesar de já ter produzido níquel, titânio, cobre, urânio, sílica, cromo, vanádio, grafita, ferro e fosfato, a Bahia ainda enxerga o mercado dos minerais do futuro muito mais como uma oportunidade a ser aproveitada em vez de uma realidade estabelecida. Existem diversos projetos de pesquisa no estado para a identificar estes produtos. Recentemente, a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) comprou uma área na região Norte, além dela mesma estar analisando o potencial da Província no Norte do Estado.

Foi a partir de pesquisas da CBPM no passado que projetos de mineração do níquel de Itagibá, vanádio de Maracás, da areia silicosa (sílica) de Belmonte e de fosfato em Irecê, entre outros, foram possibilitados.

Segundo Manoel Barretto, diretor técnico da CBPM, o progresso da mineração na Bahia é uma política de Estado. Ele destaca que ações ligadas à pesquisa mineral foram executadas pela companhia, receberam R$ 92,5 milhões no Plano Plurianual de 2020/2023, sendo que R$ 25 milhões foram realizados até o último mês de novembro. “Atualmente, a CBPM tem 28 contratos de pesquisa complementar com promessa de arrendamento e 21 contratos de arrendamento”, diz. As pesquisas envolvem diversas substâncias minerais, com destaque para níquel, cobre, cobalto, ouro, vanádio, rocha fosfática, bentonita, areia silicosa de alta pureza, argilas, quartzo e feldspato, situada em todo território baiano.

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