
A eleição para deputado federal deste domingo (4) provocou mudanças na bancada da Bahia na Câmara dos Deputados. Entre os nomes tradicionais que não conseguiram renovar o mandato estão Lídice da Mata (PSB) e Paulo Magalhães (PSD). Já Arthur Maia (União Brasil) e Bacelar (PV) conseguiram a reeleição.
A Bahia elegeu 39 deputados federais para a legislatura que começa em fevereiro de 2027. A apuração confirmou a permanência de boa parte da bancada atual, mas também trouxe novos nomes para Brasília. Pastor Sargento Isidório (Avante) terminou como o mais votado, com 248.147 votos, seguido por Antonio Brito (PSD), com 205.815, e Neto Carletto (Avante), com 197.240.
Entre os novos parlamentares, Sandro Filho (PP), vereador de Salvador, chamou atenção ao ser eleito aos 21 anos. Ele recebeu 167.394 votos e passou a integrar a nova bancada baiana na Câmara. Doutora Raissa Soares (PL), que retorna à política eleitoral após passagem pela disputa ao Senado em 2022, também conquistou uma das cadeiras.
Outro destaque é Daniel Alencar (PSD), filho do senador Otto Alencar, que terminou na quarta colocação, com 192.492 votos. Lucas Reis (PT), ligado ao senador Jaques Wagner, também foi eleito, com 192.080 votos.
A nova bancada ainda terá Manuel Rocha (União), filho do deputado José Rocha, que decidiu não disputar a reeleição. Mário Negromonte Júnior (PSB) também permanece na Câmara, enquanto Lídice da Mata deixa o Congresso após não conseguir renovar o mandato.
O resultado consolida uma composição marcada pela permanência de parlamentares experientes e pela chegada de novos nomes. A distribuição das 39 cadeiras segue o sistema proporcional, que considera os votos dos partidos e federações, além da votação individual dos candidatos.
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