No que depender dos aliados do Marcelo Álvaro Antônio no Congresso, o ministro do Turismo só deixa o governo quando – e se – aparecer o famoso “batom na cueca”.
A avaliação de alguns parlamentares segundo a revista Veja, que são da bancada de Minas, reduto eleitoral de Álvaro Antônio, é de que o caso dos laranjas do PSL seria “café pequeno” para justificar uma exoneração.
“Por que só agora esse pessoal resolveu denunciar o que ocorria de errado na campanha? Não falou na época porque esperava ganhar um cascalho? Achava que tinha chance de ganhar a eleição? O ministro é vítima de oportunismo e vingança política. Demissão só com batom na cueca. Tem que ter prova”, diz um parlamentar mineiro, pedindo anonimato