
Uma esmeralda de aproximadamente 516 quilos, extraída na Bahia, pode se transformar em atração internacional. A Eon Emerald, holding sediada em Luxemburgo que detém a pedra, planeja levá-la a exposições pelo mundo e estima receber entre 3 milhões e 5 milhões de visitantes ao longo de cinco anos.
Avaliada em US$ 650 milhões (ou R$ 3,24 bilhões), a formação mineral é apresentada pela empresa como a maior esmeralda já descoberta. Em vez de separar os cristais para a produção de joias, a proposta é preservar a peça em seu estado bruto e explorar seu potencial como atração cultural e turística.
A estratégia comercial prevê receitas com a venda de ingressos e patrocínios. Segundo a apresentação oficial do projeto, a turnê internacional deve começar com uma apresentação em Mônaco, no segundo semestre de 2026, antes de avançar para outros destinos.
A esmeralda, conhecida como EON Emerald, tem origem na região de Carnaíba e Pindobaçu, no norte baiano. De acordo com os dados técnicos divulgados pela empresa, a formação mede cerca de 1,31 metro de comprimento e tem idade geológica estimada em aproximadamente 2 bilhões de anos.
O projeto busca transformar a raridade e as dimensões da pedra em uma experiência capaz de atrair visitantes, colecionadores e patrocinadores. As metas de público e faturamento, porém, representam projeções da empresa, e não resultados já alcançados.
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