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terça-feira 12 de fevereiro de 2019 às 17:01h

Ministro da Saúde participará de conferência nos EUA

DESTAQUE, POLÍTICA


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) autorizou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a ir a Washington (EUA) para participar da 1ª Conferência Humanitária do Governo Interino da Venezuela.

Em um pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto, o porta-voz do presidente informou que Mandetta estará fora do Brasil entre estas terça (12) e sexta-feira (15), conforme autorização assinada por Bolsonaro.

A Venezuela enfrenta uma profunda crise política, social e econômica. O presidente da Assembleia Nacional do país, Juan Guaidó, se declarou presidente por não reconhecer a legitimidade do novo mandato de Nicolás Maduro.

Desde que Guaidó se declarou presidente venezuelano, Brasil, Estados Unidos, o parlamento europeu e países da América do Sul também o reconheceram como chefe interino do país.

Quatorze países manifestaram apoio a Maduro, entre os quais Rússia e China. Nicolás Maduro se diz vítima de tentativa de “golpe de Estado” comandada pelos Estados Unidos.

Em uma rede social, Guaidó informou que o objetivo do evento em Washington é sensibilizar os governos de outros países, organismos multilaterais, empresários e ONGs sobre a necessidade de incrementar a ajuda humanitária à Venezuela.

“E aliviar o sofrimento dos venezuelanos que padecem com a falta de alimentos e remédios causada pelo regime de Maduro”, afirma.

Crise na Venezuela
A Venezuela passa por uma crise política, econômica e social, com frequentes confrontos entre aliados de Maduro e integrantes da oposição.

A inflação no país já ultrapassa 1.000.000% ao ano ano; milhões de venezuelanos têm fugido do país em direção a outros países da região; e líderes de oposição têm denunciado perseguição política nos últimos anos.

Nesta segunda-feira, o governo brasileiro reconheceu a advogada e professora venezuelana Maria Teresa Belandria como representante diplomática da Venezuela no Brasil. Ela foi indicada para o posto por Guaidó.

O cargo na embaixada da Venezuela em Brasilia estava vago desde dezembro de 2017, quando Maduro determinou a expulsão do embaixador brasileiro do país.

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