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sexta-feira 5 de agosto de 2022 às 07:24h

Kleber Rosa garante melhorias na Polícia Civil da Bahia caso eleito governador

NOTÍCIAS, POLÍTICA


O cientista social, investigador da polícia civil, e candidato ao Governo da Bahia pela federação PSOL-REDE, Kleber Rosa, em sabatina promovida pelo Sindicato dos Policiais Civis ( Sindpoc) e pelo Movimento Juntos Somos Mais Fortes, intitulada “Diálogo com os candidatos ao Governo da Bahia”, na manhã desta última quinta-feira (4), no auditório da Associação dos Funcionários Públicos (AFPEB), localizada na Carlos Gomes, garantiu que, caso seja eleito, irá fazer o enquadramento dos escrivães, investigadores e peritos técnicos de acordo com a tabela salarial de nível superior, prevista pela Lei Orgânica de 2009/nº 11.370. A mesa da sabatina foi composta pelo presidente do Sindpoc, Eustácio Lopes, o investigador e representante da Assipoc, Ary Alves, o escrivão e representante da (AEPEB), Luiz Carlos, e o investigador e representante do (Sindpol), Denilson Neves.

” Defender o salário de nível superior é defender uma reestruturação da Polícia Civil, é defender uma política de valorização dos nossos policiais civis, é valorizar o trabalho de investigação criminal. Não reivindicamos apenas aumento salarial. Nós lutamos por dignidade, por melhores condições de trabalho e por maior autonomia durante o processo de investigação criminal “, defendeu Kleber Rosa, candidato ao Governo da Bahia pela federação PSOL-REDE, e investigador da Polícia Civil há 22 anos, ao revelar emoção em estar representando a categoria na condição de postulante ao Palácio de Ondina, militância que trava há mais de duas décadas, em defesa de um novo modelo de Segurança Pública e da necessidade de valorização dos policiais civis.

Kleber Rosa é um dos fundadores do Movimento dos Policiais Antifascismo, sempre pautou a importância do combate ao racismo dentro da Polícia Civil e a defesa de uma polícia que defenda os direitos humanos e a vida. Na ocasião, salientou que a Bahia possui um modelo atual de Segurança Pública que baseia-se na lógica da produção de cadáveres, na lógica do confronto bélico, e da militarização. O cientista social ressaltou que não são os trabalhadores da Segurança Pública que produzem violência mas, muito pelo contrário, os policiais também são submetidos e vítimas desse modelo atual de Segurança Pública.

” Precisamos entender que o policial civil também é submetido a essa lógica de violência que também tira as nossas vidas. Os índices de suicídio na Polícia Civil é acima da média. Precisamos de um novo modelo de Segurança Pública que priorize a paz social, as vidas, e que desenvolva um trabalho de valorização dos trabalhadores que atuam todos os dias na ponta da segurança pública do nosso Estado e que precisam de melhores condições de trabalho,” frisou Kleber Rosa, ao pontuar que encontra-se de licença da atividade policial por estar concorrendo ao Governo da Bahia mas, há um mês, estava registrando os boletins de ocorrência em colchonetes da delegacia, sem condições adequadas de trabalho. Kleber Rosa fundou, junto com outros colegas policiais civis, o Movimento Unificado, o Sankofa e o Movimento Juntos Somos Mais Fortes.

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