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segunda-feira 20 de setembro de 2021 às 15:03h

Deputado Tiago Correia apresenta projeto que reduz alíquota do ICMS sobre os combustíveis

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Se a indicação do deputado for aceita pelo governador Rui Costa, consumidor pode pagar R$ 0,55 a menos pelo litro da gasolina

O deputado Tiago Correia (PSDB) apresentou nesta segunda-feira (20) um projeto de indicação para reduzir o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado sobre os combustíveis, mas mantendo o mesmo patamar de arrecadação do governo da Bahia há um ano. No caso da gasolina, por exemplo, a alíquota cairia dos atuais 28% para 19%, o que possibilitaria ao consumidor pagar R$ 0,55 a menos por litro.

“Há um ano, o governo baiano arrecadava R$ 1,16 em média de imposto por litro de gasolina, que custava R$ 4,15. Hoje, com o aumento do preço, o governo passou a faturar R$ 1,70, ou seja, 46,5% a mais. Então, na hipótese de uma redução, o governo manteria a mesma arrecadação, e o consumidor pagaria menos pelo produto”, disse o parlamentar.

Tiago Correia lembrou que o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), tomou na semana passada a iniciativa de reduzir a alíquota do ICMS sobre os combustíveis. “O governador Rui Costa, que sempre critica o valor do litro da gasolina, poderia seguir o mesmo exemplo de seu colega”, afirmou Correia. Em sua justificativa do projeto apresentado à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Correia ressaltou que os preços dos combustíveis impactam na inflação. “Mesmo considerando que os ricos têm mais acesso ao transporte particular, o aumento dos combustíveis é sentido pelos mais pobres de forma indireta, por meio do transporte público e do transporte de mercadorias e serviços”.

O parlamentar afirmou, também, que o preço da gasolina nos postos aumentou 32% desde o começo do ano, e mais de 40% em 12 meses. “O Estado não deve ter como característica um papel arrecadatório que contribui com o aumento da inflação e prejudica cada vez mais o contribuinte, que já sofre tanto com as altas cargas tributárias”, concluiu Tiago Correia.

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