quarta-feira 27 de outubro de 2021
Biden discursa na ONU — Foto: Eduardo Munoz/Reuters
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terça-feira 21 de setembro de 2021 às 11:41h

‘Bombas e balas não defenderão o mundo da Covid-19’, diz Joe Biden em discurso na ONU

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursou pela primeira vez na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, na abertura dos debates dos chefes de Estado nesta terça-feira (21). O democrata pediu atenção ao combate contra a Covid-19, defendeu a moderação no uso do poderio militar americano e chamou atenção para as mudanças climáticas.

“Bombas e balas não servirão para defender o mundo da Covid-19 e de suas variantes”, disse Biden.
Ao abrir o discurso, Biden colocou a pandemia e possíveis novas crises sanitárias como um exemplo de que o mundo está diante de um “ponto de inflexão”. O presidente dos EUA, então, chamou atenção para as decisões desta década que, segundo ele, influenciarão todo o curso da História.

“Nós nos encontramos em um momento de grande dor, mas de oportunidade extraordinária”, afirmou.
Biden também defendeu a retirada dos militares americanos que estavam no Afeganistão desde 2001 — ocupação considerada a mais longa guerra travada pelos EUA. “Terminamos 20 anos de conflito no Afeganistão, e estamos abrindo uma nova era de forte diplomacia, de uso do poder de nossa ajuda no desenvolvimento para investir em novas formas de ajudar os povos mundo afora”, discursou.

“Vamos provar que, não importa quão desafiadores ou complexos sejam os problemas, governos do povo e para o povo ainda são a melhor forma de trabalhar para todas as pessoas”, concluiu Biden, sem mencionar diretamente nenhum país ou organização.

O presidente dos EUA enfrenta uma crise de popularidade, com a menor aprovação desde que assumiu o cargo, potencializada pela tomada de Cabul pelo Talibã — a opinião pública americana avalia que a Casa Branca não conseguiu garantir a paz no Afeganistão durante a retirada dos militares dos EUA em missão no país asiático. No discurso desta terça, ele não mencionou diretamente a organização extremista que hoje controla o Talibã.

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