domingo 19 de setembro de 2021
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sexta-feira 18 de junho de 2021 às 16:01h

Alvo de condução coercitiva solicitada pela CPI, Wizard não é encontrado pela PF

JUSTIÇA, NOTÍCIAS


O empresário Carlos Wizard Martins foi alvo de uma condução coercitiva na quinta-feira (17), solicitada pela CPI da Covid. Wizard, porém, não foi localizado. A equipe da Polícia Federal relatou à Justiça que fez buscas na residência e no escritório do empresário, mas não o encontrou. Funcionários afirmaram que Wizard não é visto há “bastante tempo” e que está fora do Brasil. A PF também identificou segundo a coluna Bela Megale, que ele deixou o país em 30 de março e seguiu para a Cidade do México. Segundo policiais, não consta informação sobre seu retorno ao país no serviço de imigração.

“Foi diligenciado ao endereço de CARLOS, sendo que ninguém atendeu ao interfone, mesmo após insistentes tentativas. Porém, quando a equipe estava deixando o local, um indivíduo saiu do imóvel de n. 340 da mesma rua, dirigindo o veículo de placas GFM-3922 (registrado em nome de PRISCILA ROBERTA MARTINS BERTANI – filha de Carlos Roberto Martins), informando se chamar “JOÃO” e ser funcionário do imóvel em questão (340) e, ao ser questionado, informou que não vê CARLOS há bastante tempo, mas não prestou maiores informações”, diz o documento enviado pela PF à juíza Maria Oliveira, da 1a Vara Federal de Campinas, que determinou a medida.

A equipe da PF relata que se “dirigiu até a sede da empresa SFORZA HOLDING, na Avenida Barão de Itapura, no 2294, 12. andar, Jardim Guanabara, Campinas/SP, onde, através da segurança do edifício, foi estabelecido contato com DÁVILA DAIANY DOS SANTOS CARDOSO, a qual informou ser funcionária da empresa, que pertence às filhas de CARLOS WIZARD, sendo que, com relação ao mesmo, a informação é de que se encontra fora do Brasil”.

Wizard é suspeito de integrar o “gabinete paralelo” que orientava Bolsonaro sobre medidas sobre a pandemia.

No início da semana, o empresário solicitou para depor virtualmente na CPI alegando que estava nos Estados Unidos, onde acompanha o tratamento de saúde de um familiar. Os senadores não aceitaram o pedido. Como ele não compareceu ao depoimento marcado para quinta-feira, a comissão slicitou a condução coercitiva de Wizard.

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