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terça-feira 9 de julho de 2024 às 15:33h

ACM Neto usa dados de 2022 para atacar gestão, diz governador da Bahia

DESTAQUE, NOTÍCIAS, POLÍTICA


O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), disse nesta terça-feira (9) em entrevista que o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) usa dados de 2022 – quando o estado era governado por Rui Costa (PT) – ao criticar sua gestão na área de segurança pública. O petista citou segundo Alexandre Santos e Carolina Papa, do bahia.ba, a intensificação de operações policiais ao afirmar que tem trabalhado para combater o avanço do crime organizado.

“É um problema alguém que é da política não estar informado, porque esse cidadão só traz informações erradas. Está errado isso. Eu acabei de dizer aqui… Fizemos uma operação ontem com 80 pessoas apreendidas, com drogas, com armas. Ele insiste em ficar trazendo dados de 2022. Essa semana inteira, meu secretário [de Segurança] Marcelo [Werner] indo à TV, conversando com vocês [da imprensa], apresentando os indicadores de 2024, dados atuais, redução de crimes violentos, de mortes violentas”, disse o governador, durante o lançamento da nova Carteira de Identidade Nacional, em um posto do SAC.

No mesmo evento, Werner informou que os registros de mortes violentas caíram 13% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2023. O balanço, que ainda não foi consolidado, será divulgado posteriormente.

As declarações de ACM Neto em relação à violência no estado mencionam, ainda de acordo com o portal bahia.ba,  números de 2022 divulgados no Atlas da Violência 2024, publicado em junho. O levantamento mostra, por exemplo, que sete das dez cidades mais violentas do Brasil estão situadas na Bahia. Segundo o ex-prefeito, o governador “fecha os olhos” para a situação.

Em mais uma reação às falas do rival político, Jerônimo diz que os números divulgados por sua gestão são reais. “Nós não botamos números debaixo do tapete. Não estou questionando se outros estados fazem isso. Mas nós não escondemos isso.”

“Estamos chamando os concursados, comprando armas, botando as câmeras de reconhecimento nas fardas policiais. Eu não entendo. Eu quero trabalhar”, acrescentou.

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